Minha cidade pelo meu ponto de vista

Em 22 de novembro de 1573 era fundada a cidade de Niterói, então chamada de Vila Real da Praia Grande. A cidade foi um presente concedido por Estácio de Sá ao índio Araribóia após este ajudar as forças do governo a expulsarem os franceses que aqui (e no atual Rio) haviam fundado a França Antártica.

Desde então, Niterói tem sido uma cidade extremamente importante para o estado do Rio de Janeiro, tendo inclusive sendo sua capital quando este ainda era o estado da Guanabara (fundido ao Rio de Janeiro, ex-Distrito Federal). Conhecida como cidade sorriso, Niterói é uma das cidades brasileiras com maior IDH, tendo um dos mais baixos índices de analfabetismo do país (o melhor do estado do Rio), o maior percentual de estudantes matriculados na rede privada de ensino e, segundo a FGV, é o município com população mais rica do país (cerca de 31% na classe A) e com menor índice de pobreza, bem como temos o maior índice de longevidade do estado.

Entre seu pontos turísticos, destaco a Fortaleza de Santa Cruz, o Museu de Arte Contemporânea (aka Disco Voador – que eu acho um poooorreeee, pois detesto arte moderna), praia de Icaraí, Costão de Itacoatiara (no qual meu pai AMA pescar), Campo de São Bento, Estátua de Araribóia (na Praça Araribóia, em frente à estação das barcas,  esse meio de transporte maravilhoso -#sqn – que alguns usam para ir e voltar do Rio – eu, particularmente prefiro ônibus/Ponte), a Ponte Presidente Costa e Silva (que liga a cidade ao Rio, pela qual passo todos os dias para ir trabalhar) e, claro, a belíssima Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora – basílica anexa ao meu querido colégio, em que cursei o ensino médio, o Salesiano Santa Rosa (primeiro colégio da ordem salesiana do país, com mais de 130 anos!), e que conta com a o maior órgão da América Latina.

Niterói também conta com um dos grupos liberal-conservador mais ativo do país, do qual orgulhosamente faço parte, e já conseguimos inclusive sediar em maio deste ano a Conferência Estadual do Estudantes Pela Liberdade, com palestras de grandes ícones do pensamento liberal brasileiro, como os escritores Flavio Morgenstern, Bruno Garschagen, Bene Barbosa (presidente do Movimento Viva Brasil), Kim Kataguiri (líder do Movimento Brasil Livre), Bernardo Santoro (Diretor do Instituto Liberal) e João Dionísio Amoedo (presidente do NOVO).

Bem, agora que já falei um pouco sobre essa quente cidade em que nasci, cresci e vivo, deixo-os com algumas fotos tiradas por mim mesma nos últimos anos de dentro dos ônibus nos quais costumo me deslocar pela cidade.

Rio de Janeiro - Ponte Rio-Niterói 041212 (2)
Ponte Rio-Niterói
Biblioteca Pública de Niterói
Biblioteca Pública de Niterói
Igreja de Porciúncula de SantA'Nna Icaraí
Igreja de Porciúncula de SantA’Nna Icaraí
Instituto Abel - Colegio Lassalista (2)
Instituto Abel – Colegio Lassalista
Parque da Serra da Tiririca (4)
Parque da Serra da Tiririca – divisa dos municípios de Niterói e Maricá
Centro de Niterói 052612 14h (1)
Centro de Niterói às 14h
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Praia de Icaraí em um entardecer de outono
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Por do sol no inverno – Centro de Niterói
2014-08-26 Outback com Paulinha! (12)
Vista do Plaza Shopping – O SHOPPING de Niterói rs
2014-08-26 Outback com Paulinha! (14)
Entardecer visto da passarela do Plaza Shopping
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Rio de Janeiro visto da barca rumo a Niterói

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Centro de Niterói, próximo ao Terminal Rodoviário João Goulart, por volta das 7h
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Praia de São Francisco – pela manhã

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Economista & Escritora. 25 anos, apaixonada por ficção, música, política e coisas fofas. Aqui vocês terão resenhas e, principalmente, textos ficcionais escritos por esta que vos “fala”.

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29 thoughts on “Minha cidade pelo meu ponto de vista

    • Pois é… Minha melhor amiga é de Fortaleza e ano passado ela veio passar uns dias no Rio com uma amiga e em um dos dias eu as trouxe de barca ao centro de Niterói e elas acharam bem bonita… E o centro nem é grande coisa comparado à Região Oceânica, por exemplo.
      Beijos!




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  1. O que é o conhecer, né. Eu não sabia NADA disso de Niterói! A ponte Rio-Niterói fica aí? Ela é bem perigosa, né? Já morreu até a cantora Maysa.
    E que lugares lindos, deve ser uma benção morar aí!
    Belo post, Thaís! Gostei muito de saber sobre a história e conhecer os lugares mais belos de Niterói :))

    Um beijão!




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      • Ui que tenso! Sim, e a dona Maysa era mucho louca, né!? Mas é que sempre vejo notas de acidentes nessa ponte.. que bom que só balança e não cai!
        Temos uma ponte bem bonita aqui, a de Laguna, mas imagino que a Rio-Niterói deve ter o triplo do tamanho! haha

        Beijo!




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      • A Rio-Niterói tem 13,5 Km, se não me engano… O triste é que Maysa estava limpa havia bastante tempo à época do acidente, fatalidade mesmo. Os acidentes mais bizarros que acontecem na ponte geralmente são provocados por motoristas alcoolizados dirigindo em alta velocidade.
        O seu aí é Florianópolis, não? Sou louca por conhecer <3




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      • Não! Em Floripa é a Hercílio Luz que é linda também! A que eu falo é em Laguna (litoral e cidade vizinha à minha), uma ponte nova que foi feita há pouco tempo no lugar de uma que estava podre. HAHAHAH e ela é bem o naipe da Rio-Niterói, porque pega o ventão do litoral! Eu assisti a série da Maysa e achava que ela tava meio doidona quando se acidentou 🙁
        Motoristas bêbados, hoje em dia morro de medo de sair de casa por isso. Fobia de gente ignorante.
        E venha conhecer nosso estado, sou louca para conhecer o Rio e suas cidades históricas!




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      • Fala não, Bia! Principalmente à noite… E eu na autoescola, que tive de desviar de um bêbado que do nada atravessou a rua todo cambaleante? Foi tenso! Sorte que meus instrutor pegou o volante…




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